HISTÓRIA

Em dezembro de 2009, a RME, holding controladora da Light S.A. foi cindida em 3 partes, sendo que parte das ações da Light S.A. pertencentes à RME foram transferidas à Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG, Andrade Gutierrez Concessões S.A. e Luce Empreendimentos e Participações S.A. (sociedade controlada por Luce Brasil Fundo de Investimentos em Participações), todas detentoras, direta ou indiretamente, de participação acionária na RME. A Equatorial permaneceu como única acionista da RME, cuja participação na Light S.A. passou a ser de 13,03%.

Ainda em dezembro de 2009, a Equatorial anunciou que seu controlador, Fundo de Investimento em Participações PCP (“FIP PCP”), celebrou Contrato de Compra e Venda de Ações e Outras Avenças com a CEMIG, visando alienar sua participação indireta na Light S.A.

Como parte da operação, a Equatorial passou por uma cisão parcial em 29 abril de 2010, na qual sua participação na RME foi cindida para uma nova companhia constituída especialmente para este fim, a Redentor Energia S.A., que foi registrada como companhia aberta e listada no Novo Mercado da BM&F Bovespa, sob o código RDTR3. A Equatorial permaneceu com suas participações em CEMAR, Geranorte e Equatorial Soluções. No processo de cisão, cada acionista da Equatorial recebeu 1 ação da Redentor para cada 1 ação de Equatorial que detinha.

Em maio de 2011, o FIP PCP alienou sua participação na Redentor Energia S.A. para a Parati S.A., sociedade detida por CEMIG e FIP Redentor, por valor equivalente a aproximadamente R$6,87 por ação. Posteriormente, a Parati deverá fazer uma oferta pública para aquisição da participação dos acionistas minoritários da Redentor Energia S.A..

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